Gravem estas minhas palavras no coração e na mente; amarrem-nas como símbolos nas mãos e prendam-nas na testa.Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem. Escrevam-nas nos batentes das portas de suas casas, e nos seus portões, para que, na terra que o Senhor jurou que daria aos seus antepassados, os seus dias e os dias dos seus filhos sejam muitos, sejam tantos como os dias durante os quais o céu está acima da terra”. Deut. 11:18-21

“Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento ” Lc. 10:27

A área da Educação, assim como a de Comunicação e a das Artes, é uma área difícil de ser estudada isoladamente das outras áreas. Toda a Escritura diz respeito ao aprendizado. A Bíblia é um livro inspirado por Deus para nos dar entendimento e nos educar. Então, novamente, neste capítulo, não teremos uma passagem que nos servirá de exemplo, mas iremos dar uma olhada no que as Escrituras, em geral, falam sobre o assunto. Está claro na Palavra que Deus ama o conhecimento. Ele quer e pode ser conhecido. Ele deseja que O conheçamos através de tudo o que Ele criou. Podemos dizer que uma mente curiosa é uma mente aberta a Deus e uma das principais características do discipulado é expressa em perguntas – o desejo de saber e aprender.

educacao-biblia-1-aguas-do-marNós Podemos Saber.

Epistemologia é uma palavra grande que quer dizer “ciência do saber.” Todas as religiões e filosofias perguntam: “podemos saber?” e, se sim, “como poderemos saber?” A Palavra de Deus diz, “Sim, podemos saber!” E iremos saber através de um processo combinado de descobertas e revelações. O ponto de partida da Ciência moderna – de que o mundo material é real e pode ser explorado e medido – é um conceito bíblico. O mundo Islâmico pode copiar Tecnologia, mas tem muita dificuldade de inventar e manter uma invenção, porque acreditam que não existam leis fixas com as quais Deus governa o mundo material. Existe apenas a vontade de Alá. O Hinduísmo e o Budismo, basicamente, ensinam que o mundo material onde vivemos não é real e não é importante. Muitas doutrinas cristãs de hoje chegam perigosamente perto desse conceito. Mas, a Bíblia nos ensina que a verdade pode ser descoberta e conhecida e que, quando aplicada, resulta consistentemente nas mesmas conseqüências. Deus conhece todas as verdades, e todas as verdades que dizem respeito a qualquer a área de nossas vidas revelam a Deus. O mistério nas Escrituras é resultado da diferença entre o que sabemos e o que Deus sabe, não o que pode ser conhecido. Através de Sua Palavra, Deus inicia e encoraja a sabedoria, o conhecimento e a educação.

A Educação revela o atributo da Sabedoriaeducacao - aguas do mar

De acordo com o pensamento hebreu que foi discipulado pelos ensinamentos de Moisés, o conceito de saber inclui aplicação. Isso está longe da maioria das cosmovisões atuais. A maior parte dos sistemas educacionais se baseia no conceito de que você pode aprender através da retenção de informações sem a necessidade de aplicação. Como resultado, o mercado profissional reconhece que os alunos recem-formados das universidades não sabem fazer nada quando começam a trabalhar. Precisam aprender como no próprio emprego. Isso tem preocupado muito os profissionais da Educação do mundo todo e se tornou um assunto de debates e estudos. Esse mesmo conceito – de que informação é conhecimento – resultou em uma geração de cristãos que dizem conhecer a Deus, mas ainda não sabem como obedecê-Lo. Muitos têm a idéia de que você pode conhecer o Autor das Escrituras sem aplicar os Seus princípios. Pensam que você pode ser salvo e não demonstrar nenhum fruto dessa conversão em sua vida, ou como dizem alguns, “creia como Deus e haja como o diabo.” Nenhum desses pensamentos é bíblico.

De Gênesis a Apocalipse, Deus reforça o conceito de que o conhecimento é demonstrado através de ações, fé através de obras, o aprendizado através de crescimento e a sabedoria através do amor. Não existe respaldo bíblico para “um salto de fé.” O Existencialismo diz que você não pode saber, você pode apenas experimentar. Jesus se recusou a saltar do templo quando Satanás o tentou. Jesus compreendeu que você pode saber a vontade de Deus sem ter de dar um salto. A “experiência” de saltar não é a única forma de saber. Para Deus, a sabedoria não é somente fazer as escolhas certas, mas a compreensão do porquê o certo é certo. O objetivo maior de Deus, não é a simples obediência, mas sim, o entendimento. Como pais, compreendemos que, no inicio, devemos apenas dizer, “Não!” a uma criança que está prestes a colocar suas pequenas mãos no fogo. Tentamos comunicar que o fogo é quente e que ela irá se queimar.

educacao-biblia-2-aguas-do-marQuando a criança é pequena, ficamos satisfeitos se ela simplesmente obedece. Conforme a criança cresce, procuramos maneiras de fazê-la entender o que queremos dizer com “quente” e, de preferência, sem que ela se machuque. Queremos que ela compreenda que uma queimadura é algo doloroso e ruim. Finalmente, desejamos que ela não mexa no fogo porque ela concorda que não é uma coisa boa de se fazer. Se nós estamos mesmo amadurecendo em Deus, precisaremos perguntar cada vez menos sobre as coisas, porque, já saberemos os pensamentos de Deus sobre elas. Isso não quer dizer que não iremos mais fazer perguntas a Ele. Mas, significa que não iremos ficar repetindo as mesmas perguntas porque aprendemos e concordamos com suas respostas e com seu raciocínio. Iremos aprender a perguntar a Deus sobre coisas novas para nós, por ainda não termos o Seu entendimento sobre elas.

O Antigo e o Novo Testamentos estão repletos de conselhos a serem acrescentados à nossa experiência de conhecê-lo pessoalmente, e de informações sobre Deus reveladas na Criação, na História e na Palavra escrita. Paulo fala sobre renovação das nossas mentes1 e sobre levar cativo todo pensamento para torná-lo obediente a Cristo.2 Em I Co. 14:15, ele encoraja a igreja a orar, não só em línguas, mas usando a mente, o entendimento. Em Atos, o povo de Deus estava reunido com um só coração e uma só mente,3 Em Rm. 8:6, Paulo alerta sobre a mentalidade da carne e adverte os romanos a buscarem uma mentalidade dominada pelo Espírito. O livro inteiro de Provérbios celebra a sabedoria aplicada em nossas vidas e encoraja uma vida de constante busca por mais. No Pentateuco, vemos, vez após vez, os israelitas serem aconselhados a estudarem e a aprenderem os princípios de Deus revelados na Tora e a aplicá-los em suas vidas. Quando completou 12 anos de idade, Jesus já tinha aprendido a fundo esses princípios e deixou os sacerdotes perplexos com Sua sabedoria4. Uma diferença entre Jesus e os Fariseus era que eles citavam a Lei, mas Jesus a explicava. Ele a compreendia. Ele podia aplicá-la no seu dia a dia. Jesus ensinava seus discípulos a: perguntar, buscar, bater para indagar e aprender com Ele e Seu Pai. Todos os profetas aconselharam Israel a voltar aos princípios ensinados por Deus através de Moisés e ver, por fim, a benção de Deus retornar.

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Arrependimento significa mudança de pensamento.

A palavra arrepender do Novo Testamento é geralmente ensinada com o significado de mudar de direção. Mas, a tradução correta do grego seria mudar de pensamento. Em outras palavras, a chave para a mudança de comportamento é a mudança do pensamento, não ao contrário. Quando nos concentramos nas ações, nós nos tornamos obcecados com as aparências, ao invés de com o conteúdo de nossas vidas. Parecemos bem, mas não mudamos por dentro. A preocupação de Deus, não é tanto com o exterior, mas com quem realmente somos no nosso interior. Deus deseja nos ensinar Sua verdade e Sua perspectiva cia realidade para que possamos ser como Fie, pois, vemos a realidade como Ele a vê. Em 11 Co. 10, Paulo argumenta que nossa luta é uma luta, em parte, dentro de nossas mentes. “Pois, embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos. As armas com as quais lutamos não são humanas e; ao contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo””. Nossa luta com esse mundo é uma luta de idéias e de realidades. Se queremos resistir e ser uma influência, não devemos somente fazer o que Jesus faria, mas devemos pensar como Jesus pensa.

Educação e a Família.

Em um artigo da revista “The Economist” do final dos anos 90, pesquisadores escreveram sobre uma descoberta a respeito de que o sucesso do aprendizado na sala de aula tinha pouco a ver com o dinheiro ou tempo que tinha sido gasto. Eles descobriram que, quanto mais tempo e dinheiro se investia, menos se aprendia e vice-versa. Um fator determinante do sucesso ou fracasso no aprendizado é o método de ensino. Outro fator importante que os educadores do mundo atribuem ao sucesso da Educação é o apoio dos pais. Se os pais se envolvem no aprendizado da criança, a criança aprende mais. As Escrituras concordam completamente com essa descoberta. A autoridade e a responsabilidade dos pais no ensino de seus filhos é extremamente clara. Na próxima vez em que seus filhos lhe perguntarem: “o que significam estes preceitos, decretos e leis que o Senhor nosso Deus ordenou” diga a eles:

“Fomos escravos do faraó no Egito, mas o Senhor nos tirou de lá com mão poderosa. O Senhor realizou, diante dos nossos olhos, sinais e maravilhas grandiosas e terríveis contra o Egito e contra o faraó e toda a sua família. Mas ele nos tirou do Egito para nos trazer para cá e nos dar a terra que, sob juramento, prometeu a nossos antepassados. O Senhor nos ordenou que obedecêssemos a todos estes decretos e que temêssemos o Senhor, o nosso Deus, para que sempre fôssemos bem-sucedidos e que fôssemos preservados em vida, como hoje se pode ver. E, se nós nos aplicarmos a obedecer a toda esta lei perante o Senhor, o nosso Deus, conforme ele nos ordenou, esta será a nossa justiça”.Dt. 6:20-25.

“Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem. Escrevam-nas nos batentes das portas de suas casas, e nos seus portões, para que, na terra que o Senhor jurou que daria aos seus antepassados, os seus dias e os dias dos seus filhos sejam muitos, sejam tantos como os dias durante os quais o céu está acima da terra.” Dt. 11:29-27.

As crianças absorvem sua cosmovisão.

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Como já discutimos no capítulo sobre a Família, nos anos de formação, que vão do nascimento até os quatro anos de idade, que é quando as crianças absorvem a cosmovisão a sua volta, a perspectiva dos pais é um fator crítico. A criança vai incorporar os valores e as crenças que são demonstrados em sua casa, sejam eles intencionalmente ensinados pelos pais ou não. A criança irá acreditar na realidade que os pais transmitem e irá copiá-los. Nesse estágio do crescimento, elas não têm escolha, pois, não estão expostas a nenhuma outra realidade. Os pais irão imprimir na criança seu real sistema de valores, não necessariamente aquele que gostariam de passar. Por esse motivo, Deus está constantemente enfatizando a importância dos pais ensinarem a seus filhos sobre a perspectiva Dele em relação à vida durante as atividades normais do cotidiano tais como quando estão comendo, caminhando e trabalhando juntos.

Não estou propondo que as Escrituras indicam que todos os pais deveriam dar aulas para seus filhos em casa ao invés de mandá-los para a escola. Esse é somente um dos métodos de ensino e a Bíblia não recomenda nenhum método específico. Contudo, a Palavra enfatiza muito a influência dos pais na vida da criança. Baseadas na perspectiva de seus pais, as crianças irão começar a freqüentar a escola acreditando que são inteligentes o suficiente ou que são muito estúpidas para aprender. Baseadas na perspectiva dos pais, elas entrarão na escola pensando que aprender é importante e empolgante, ou pensando que é perda de tempo. Ao voltarem aos seus lares, a importância do dever de casa será reforçada ou desvalorizada.

O lar será um lugar que promove ou que dificulta o aprendizado. Em casa, elas aprenderão que sempre existe algo a aprender com as outras pessoas, que as idéias de todas as pessoas devem ser consideradas ou, talvez, aprenderão que não há nada para se aprender com ninguém. Antes de começarem a freqüentar a escola, as crianças já acreditarão num Deus que revela a verdade, ou então, que não existe verdade alguma. Você já se perguntou por que a Palavra de Deus passa tanto tempo relatando a juventude de Daniel e o seu treinamento na Babilônia? Daniel e seus três amigos são estrangeiros cativos na Babilônia, levados de suas famílias quando eram adolescentes, para servir ao Rei no palácio. Eles freqüentaram a Universidade da Babilônia onde estudaram feitiçaria, adivinhação, e outros assuntos sórdidos, e eram os primeiros alunos da classe. Eles estavam cercados por uma cultura idolatra e paga e, ainda assim, nenhum deles a absorveu. Como explicamos isso num mundo em que cristãos e não-cristãos declaram que a televisão, filmes, música, publicidade e escolas influenciam na formação da mentalidade dos jovens? Como Daniel e os outros resistiram ao ambiente babilônico? A resposta é simples e profundamente enfatizada nas Escrituras: eles trouxeram seus valores consigo. Eles continuaram a comparar os valores que o cercavam com os valores nos quais eles tinham sido ensinados e, o mais importante, tinham presenciado em suas casas. As escrituras indicam que, se as crianças são vítimas do mundo em volta delas, só pode haver uma explicação para isso: eles não receberam as ferramentas em casa para poder avaliar as mensagens que recebem do mundo e não receberam a convicção de que eles, com a ajuda de Deus, podem conhecer e discernir a verdade.

educacao-biblia-3-aguas-do-marEducação e Governo.

Por várias décadas, cristãos de meu país reclamam sobre o dano causado ao nosso sistema público de ensino quando proibiram as orações nas escolas. Não quero discutir aqui a ausência de orações, mas sim, o pensamento por trás desse argumento. Em primeiro lugar, pela perspectiva de Deus, você não pode tornar a oração ilegal, você pode apenas proibir reuniões de oração e orações em voz alta. Deus não deu autoridade alguma ao Governo para controlar nossas mentes e nossos corações. Podemos pensar e acreditar no que quisermos.

A instituição do Governo pode tentar controlar apenas nossas ações externas. Por décadas, temos acompanhado o declínio das escolas e da educação nos Estados Unidos até a Lei de proibição das orações. Uma Lei, na verdade, não pode proibir uma oração, a não ser que concordemos com ela. A Lei é injusta, mas a catástrofe atual é culpa dela? Por outro lado, outra coisa aconteceu nos Estados Unidos que talvez tenha maiores implicações. A autoridade da Educação começou a ser consistentemente transferida das organizações locais de pais e mestres para uma Associação Nacional de Educação. Essa mudança de autoridade da Família para o Governo foi muito mais perigosa e estratégica que a proibição das orações. Deus não deu ao Governo a autoridade sobre as nossas crianças. Deus deu essa autoridade aos pais.

O Governo foi criado por Deus para tratar das massas. Foi planejado para essa função. A Educação, pela sua natureza, é um processo individual. Assim como questões sobre pobreza e drogas, se pedirmos ao Governo para lidar com isso, teremos o programa mais caro e menos eficiente possível. O Governo irá desenvolver um programa que tentará tratar com todas as pessoas da mesma maneira, quase como um sistema de prisão. Mas, problemas sociais, drogas e Educação são problemas individuais que só podem ser resolvidos com eficiência, lidando com o indivíduo. Deus projetou as famílias para que pudessem lidar com os indivíduos. Os pais podem delegar sua autoridade aos sistema público de ensino, mas, se eles se abdicarem de sua função e apoio, ou se até forem proibidos de exercê-la pela instituição, as escolas públicas não terão autoridade legítima sobre as crianças. O mesmo acontece quando os pais passam sua responsabilidade sobre a educação de seus filhos para uma escola cristã. Deus não deu à Igreja a responsabilidade de educar nossos filhos. Ele deu essa responsabilidade aos pais.educacao - aguas do mar

A educação e as leis da natureza humana Em Educação e em Comunicação, e importante olharmos para como Deus criou a natureza humana para funcionar. A cultura da Mídia atual enfatiza o poder da persuasão ao ponto de nos vermos como se fossemos gravadores, recebendo mensagens e nos conformando com elas. Quando acontece uma crise, culpamos a influência da Mídia, ou das escolas, o pós-modernismo, e a maneira dos jovens pensarem hoje. Falamos sobre Educação “secular” como se essa tivesse um poder em si mesma.

Não é assim que as Escrituras vêem o ser humano. Segundo a Bíblia, a raça humana recebeu grande autoridade, a autoridade de aceitar ou de rejeitar as influências que a cercam. Não há nada na Bíblia que indique que seja fácil fazer com que outro indivíduo faça o que queremos que ele faça. Ao contrário, as escrituras enfatizam a habilidade do homem de discernir, aceitar ou rejeitar as influências ao seu redor. No próximo capítulo iremos estudar as teorias sobre “lavagem cerebral”, mensagens subliminares e sobre o homem “gravador”. Mas, no que se refere à nossa discussão sobre Educação, irei resumir dizendo que, uma vez passados os primeiros anos de nossa formação, nós só aprendemos o que queremos aprender. Passamos a ser mais como filtros que como esponjas. Isso é tão profundamente verdadeiro que, por sete décadas, os comunistas na ex-União Soviética tentam incutir suas doutrinas nas crianças em idade escolar e, ainda assim, menos de 20% delas acreditam no Comunismo. Gerações de crianças negras na África do Sul são ensinadas que não devem ter nenhum envolvimento na vida política de sua nação, ainda assim, quase ninguém acredita nisso. Na Nova Zelândia, crianças Maoris e européias freqüentam as mesmas escolas e acabam saindo com cosmovisões incrivelmente diferentes. Educadores do mundo todo concordam que as duas chaves mais importantes para o aprendizado são a postura e o envolvimento dos pais, e a motivação das crianças. A perspectiva bíblica é a de que todas as crianças possuem talento, todas as crianças são capazes de aprender, todas as crianças têm valor e todas as crianças têm o direito de atingir todo o seu potencial. Mas, também enfatiza que fomos criados por Deus para sermos livres e escolhermos se queremos dar ouvidos a Ele (aprender) ou não. A maior influência sobre essas escolhas serão os nossos primeiros anos de vida em nossos lares. Por que estou enfatizando tanto isso? Porque temos de reconhecer o que um sistema educacional pode ou não pode fazer. Temos de reconhecer a importância dos pais. Temos de colocar as escolas em seu devido lugar segundo o plano de Deus, mas não esperar que elas façam milagres ou que trabalhem isoladamente. Educação não pode ser a nossa única esperança para um futuro melhor.

Temas para procurar na Bíblia quando você estiver estudando e colorindo o que as escrituras dizem sobre Educação: ensino, aprendizagem, lembrança, mente, pensamento, razão, cuidado, sabedoria e família.

A área da Educação revela: O Grande Professor – Mestre -Rabi

O principal atributo de Deus revelado através da Educação: Sabedoria

Deus governa essa área através das leis da natureza humana

A Missãoeducacao - aguas do mar

Proporcionar o necessário para o desenvolvimento dos dons e talentos dados por Deus a todas as crianças para o serviço dos indivíduos e da Sociedade, acreditando que cada uma tem o direito de ter esses dons desenvolvidos ao seu potencial máximo. Grandes questões abrangem: Processo integrado de transmissão de princípios e conhecimento com apoio e envolvimento da família.

Aos Cristãos

Você ama aprender? Deus sim! Você tem interesse por todas as coisas? Deus tem! Se nós queremos demonstrar Jesus para aqueles ao nosso redor, parte dessa demonstração será a Sua paixão em conhecer o Pai em todas as áreas da vida. Um dos resultados mais trágicos de um Evangelho dicotômico é a perda de interesse pela maioria das áreas da vida. Geralmente, a única coisa que os cristãos parecem saber conversar e sobre igreja, oração, céu e inferno. Não que essas coisas não sejam importantes. Elas são! Mas, se Jesus estivesse aqui, Ele ficaria encantado por ser parte da primeira geração que conseguiu enxergar através do telescópio Hubble uma estrela nascendo e morrendo. Seu Pai criou aquilo e Ele iria vê-I.o e adorá-Lo em tudo o que os céus ainda estão nos ensinando. Ele iria ficar encantado em saber como Seu Pai criou o DNA da espécie humana. Ele iria refletir sobre o fato de que cada célula pode reproduzir cada uma das outras células humanas e o que isso nos comunica sobre a natureza e o caráter de Deus. Jesus amaria a idéia de visitar os outros planetas e descobrir mais sobre o que o Seu Pai criou. Ele estaria lendo, ouvindo, ansioso sobre o que estaria acontecendo no Universo de Seu Pai e ficaria animado sobre o que nós estamos aprendendo e em como Deus quer usar esses conhecimentos. Deus nos criou com capacidade para aprender – ou recusar aprender; saber – ou recusar saber. De Gênesis a Apocalipse, Deus se retrata como o Senhor de Todo o Conhecimento, revelado através das verdades do Universo. Escolha pensar como Deus! Escolha estar interessado! Demonstre a paixão de Jesus em aprender e você fará com que aqueles à sua volta tenham fome por mais conhecimento. As crianças amam aprender, a não ser que sejam ensinadas a terem medo de aprender. Tudo que se precisa para aprender é a disposição para admitir que você não sabe. Essa é a humildade de uma criança. As crianças fazem perguntas naturalmente, mas, aprendem a ter vergonha de sua ânsia por saber. Deus ama perguntas e nos chama para perguntar, buscar, bater e nos tornar como crianças de novo.

educacao-biblia-4-aguas-do-marAos profissionais da área de Educação.

Aonde quer que eu fale sobre esse assunto, os profissionais da área de Educação me perguntam sobre o que eles podem fazer para influenciar seu sistema educacional. A primeira coisa que digo a eles é para estudarem a Palavra de Deus até que acreditem estar vendo o ensino sob a perspectiva de Deus. Zelo sem sabedoria não é bom. Segundo, qualquer que seja sua função no sistema de ensino eles podem procurar envolver mais os pais. Como professores, eles poderiam buscar uma maior comunicação com os pais dos estudantes. Eles podem organizar discussões sobre a classe e sobre o sistema escolar. Em muitos países, pais podem ser convidados a se voluntariarem e a se envolverem com a administração da classe e do currículo. O modo com que vamos fazer isso não é tão importante, mas sim, o que cremos. O ponto crucial é entendermos os princípios de Deus. As aplicações serão dinâmicas e moldadas conforme a situação específica da nossa comunidade. Eu amo a história de Bruce Olson e suas experiências com os índios Motilones da América do Sul. Essa tribo era quase totalmente isolada quando Bruce foi viver com eles. Um espetacular mover de Deus aconteceu entre esse povo e a tribo inteira acabou se convertendo ao Cristianismo. Conforme amadureceram em Deus e começaram a entender mais sobre a importância das Escrituras, eles perceberam que precisavam tratar sobre Educação e aprender a ler. Ao invés de impor um sistema de aprendizado aos índios, Bruce Olson perguntou como eles queriam desenvolver o processo de Educação. A tribo decidiu que os anciãos precisavam aprender a ler primeiro, para que pudessem, então, ensinar às crianças, senão, a força da autoridade na tribo seria destruída. Se os mais velhos aprendessem primeiro, a importância do aprendizado seria enfatizada e eles poderiam dar o exemplo para as crianças sobre o valor de se aprender a ler.

Que aplicação maravilhosa! Como administradores e membros do conselho escolar, deveríamos estar buscando influência e regulamentos que tragam de volta a autoridade e o envolvimento dos pais no sistema das escolas. Isso não quer dizer que o Governo não tenha uma função de organizar e supervisionar o sistema de ensino. Quer dizer que a autoridade do sistema deve estar o máximo possível centralizada localmente e com os pais. Como um diretor de escola, você pode dar mais voz aos pais, quer seja de maneira formal ou informal. Você pode criar uma estratégia de comunicação que os ajude a se sentirem informados e envolvidos e você pode ainda, ajudar os professores a fazerem o mesmo. Eu não quero sugerir que o envolvimento dos pais seja uma tarefa fácil de se conseguir. A apatia domina. Contudo, quanto mais os pais se envolverem, mais saudável será o sistema de ensino.

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Casado com Priscila Reis com quem tem 3 lindos filhos. Cristão, Economista. Gosto de música, viagens, e de ler. Saiba mais AQUI.

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